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jul 11 2011

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Bebês precisam de cuidados especiais no verão! Algumas dicas úteis para refrescar no calor!

O verão é terrível para todos: adultos, crianças e idosos. Para os bebês ainda mais: assaduras, brotoejas, calor, falta de liquidos… Enfim, muitos cuidados são necessários porque são facilmente afetados pela desidratação, ensolação.

Dicas para proteger o bebê do sol e do calor !

Pesquisamos algumas dicas para proteger e cuidar do bebê no verão: vestimenta, alimentação, cuidados com a pele, cuidados na praia para a saúde do bebê no Verão japonês.

Vista o bebê com tecidos leves e fibras naturais, de algodão

Tecidos fresquinhos são além de tudo confortáveis. Evite roupas feitas de fibras sintéticas, porque elas retêm o calor e incomodam o bebê. Podem causar até brotoejas e assaduras. Não deixe o sol bater direto na pele delicada da criança por longos períodos, especialmente se ela ainda for muito novinha.

Os pediatras costumam recomendar o uso de filtros solares a partir dos 6 meses. Use o tipo recomendado pelo médico, pois há grandes variações na composição química desses produtos. Chapéus não podem ser apertados, e precisam ter as abas largas. Chapéus ou bonés com elástico podem atrapalhar a circulação do sangue.

• Fique à sombra ou dentro de casa nos horários mais quentes (das 10h às 17h)

Quando o bebê é pequeno, o melhor é ficar em ambientes cobertos nas horas de mais calor. Se você precisa sair no sol, proteja bem a criança. Para passeios ao ar livre, prefira o começo da manhã ou o final da tarde. Tire colchõezinhos ou colchas do carrinho para a temperatura dentro dele não subir demais.

• Deixe a criança algum tempo sem fralda

Se estiver muito quente, deixe o bebê pelado. Pode ser na hora de uma soneca da tarde, por exemplo, num lugar de fácil lavagem para o caso de ele fazer xixi ou cocô. O suor se acumula nas áreas plásticas da fralda descartável e causa irritações como a brotoeja e a assadura. Você pode até tentar usar fraldas de pano, se a pele do seu filho estiver irritada demais.

• Dê muito líquido.

Nos dias de calor intenso, amamente o bebê com mais frequência. No caso de crianças maiores, dê bastante água, suco de fruta e água de coco.
Bebês de menos de 6 meses que mamam no peito não precisam tomar água, mesmo no calor. Estudos já mostraram que, desde que os bebês sejam amamentados quando pedem, eles não ficam desidratados.

No calor, os bebês tendem a solicitar mais o seio, e o leite materno, composto basicamente de água, é suficiente para hidratá-los. Com idas ao seio frequentes, os bebês recebem mais o leite anterior, que é mais leve e refrescante que o leite posterior, mais rico em calorias e gordura. Para bebês que tomam fórmulas lácteas, pode-se dar água na mamadeira — sempre previamente fervida e resfriada.

• Não dê água, sucos, sorvetes e picolés de procedência duvidosa.

Não dê ao bebê alimentos não industrializados, especialmente os comprados de vendedores ambulantes. Carregue sempre consigo a água para o bebê. Cuidado também se for transportar alimentos como a sopinha. No calor, a comida pode se deteriorar rápido.

Caso seu filho tome fórmula de leite em pó, só prepare a mamadeira na hora do uso e utilize-a dentro de, no máximo, uma hora. Se você for sair, leve a água para a mamadeira ou use água mineral de procedência conhecida, e carregue o pó separado (existem recipientes com divisórias para várias doses, que facilitam a tarefa).

• Reduza o uso de óleos ou cremes no bebê.

Se estiver muito quente, óleos infantis usados para massagem podem colaborar para o surgimento de dermatite ou brotoejas se não forem bem retirados no banho.

Não use cremes hidratantes em excesso e, se o bebê for sair no sol, evite cremes antiassaduras dentro da fralda, para permitir que a pele respire melhor.

• Evite o talco.

Muitas mães passam bastante talco nos bebês depois do banho para mantê-los frescos. Na verdade, o contato do talco na pele molhada pode causar irritação e desconforto. Além disso, as partículas do pó do talco são tão finas que podem entrar no pulmão da criança, causando problemas graves.

Se mesmo assim você quiser passar talco, use pequenas quantidades, sem provocar “fumaça”, e mantenha o recipiente sempre longe das mãozinhas do bebê. Uma alternativa mais segura é a maisena, que tem partículas maiores, não tão prejudiciais. A tradição de colocar maisena na água do banho também é uma boa opção.

• Deixe o bebê se refrescar brincando com água

O calor é a estação ideal para deixar o bebê brincar com água. Desde o momento em que o bebê já sentar com firmeza, você pode colocá-lo na banheirinha ou em uma piscininha inflável com um fundo de água e brinquedos. Isso pode ser feito tanto ao ar livre quanto dentro de casa. Mas não deixe a criança nem um segundo sozinha.

Para frequentar a piscina, converse com o pediatra.

Há aulas de natação junto com os pais para crianças a partir de 3 meses, mas alguns pediatras preferem esperar até pelo menos 6 meses para reduzir o risco de otites (infecções no ouvido). Fique atenta às condições de higiene da piscina.

• Cuidado com o ar condicionado.

Se você tem ar condicionado em casa, desligue-o na hora do banho e só volte a ligá-lo quando a criança estiver totalmente vestida e com o cabelo seco. A temperatura recomendada é de 28°C. Tenha sempre em mãos um termômetro para medir a temperatura do seu bebê.

Se o bebê for ficar em ambiente com ar condicionado o dia inteiro, é melhor vesti-la com roupas mais fechadas. Também não deixe o aparelho ligado muito em cima do bebê.

• Não deixe seu filho usar óculos de plástico sob o sol.

A passagem da luz solar por óculos de plástico transparente colorido pode prejudicar os olhos do bebê. Óculos escuros infantis têm de ter proteção contra os raios ultravioletas do sol.

Na dúvida, é melhor não usar.

• Nunca deixe o bebê dormindo dentro do carro estacionado.

A temperatura dentro do carro pode aumentar muito rápido, mesmo quando parece não estar tão calor assim. O aumento da temperatura pode causar hipertermia, ou seja, a criança fica quente demais, o que leva à rápida desidratação e até à morte (é o que acontece com crianças esquecidas dentro do carro).   Acostume-se também a não deixar a criança sozinha dentro do carro — o que será útil para saber quando ela for maior e quiser ficar brincando no veículo. O risco de hipertermia não deve ser subestimado.

—————- Proteja a pele do seu bebê no verão ——————-

A partir dos seis meses de vida a criança já esta preparada para participar das curtições do verão, aproveitando praia, sol e piscina. Mas os cuidados precisam ser redobrados com a pele dos pequenos. E a grande preocupação das mamães acaba tirando o direito dos bebês de curtirem o clima da estação.  Em caso de brotoeja, muito comum no verão, uma ótima dica é colocar um pouco de maisena na água da banheira do bebê e usar pasta d’água após o banho.

Em vez de privar seu filho do sol, a melhor dica é dosar a exposição e tomar algumas medidas que restringem os acidentes. A seguir, você confere as dicas do pediatra para evitar os problemas mais comuns.

Respeite os horários:

A pele delicada dos pequenos não agüenta uma exposição tão forte dos raios de sol. Para evitar queimaduras, a primeira dica é curtir a praia ou piscina com o filhote somente antes das 10hs ou após as 16hs.

Indispensável:

O filtro solar para os pequenos é um item indispensável e precisa ser reaplicado regularmente. No caso das crianças isso pode acontecer de 40 em 40 minutos ou toda vez que ela tiver contato com água. Não vale esquecer que o fator precisa ser no mínimo 15 e que existem protetores especiais para eles.

Dormir no sol:

Bateu aquele soninho no pequeno? Já para casa. Quando as crianças dormem expostas ao sol o perigo de queimaduras é enorme. A melhor opção é levar a criança para casa e só voltar quando ela estiver com o pique todo.

De olho no relógio:

Nada de passar a tarde toda com o filhote na praia ou na beira da piscina. O máximo que uma criança pode ficar exposta ao sol é 30 minutos, (15 de frente e 15 de costas). E não vale esquecer dos horários certos.

Proteção sempre:

O sol está escondido e o dia nublado? Não se engane. A proteção precisa acontecer do mesmo jeito. Você pode até não perceber mais os raios de sol estão lá mesmo com o sol encoberto, então capriche e proteja o filhote.

Olha o chapéu:

Chapéus ou bonés são essenciais para garantir proteção para os bebês. Mas não se engane, opte por um que cubra o rosto e o pescoço do filhote, caso contrário, a única diferença vai estar associada com o charme.

Uma dica é provar alguns modelos antes de partir para exposição solar, escolha aquele não incomodou tanto o pequeno.

Aos poucos:

Conforme o filhote vai crescendo, você pode aumentar o tempo de exposição solar, mas isso precisa acontecer aos poucos e sempre respeitando os horários em que a força dos raios solares são mais amenas.

————————- Cuidados com o bebe na praia, na piscina e banhos ——————-

1. Posso dar banho de mar?

Até os 3 meses de idade, a imunidade dos pequenos é menor, portanto, até que a criança ultrapasse esse limite, os médicos não recomendam que ela seja exposta à água salgada por uma questão de prevenção. Além disso, nesta idade, o bebê não gosta de água fria e o contato com o mar é desconfortável para ele.

A idade ideal para isso é a partir dos 6 meses, desde que os pais se certifiquem da qualidade da água e da limpeza da praia. Quando a criança começa a andar, ela também desenvolve o gosto pela brincadeira com o vai e vem das ondas. É nessa época que o bebê tolera melhor a água fria e começa a criar uma relação com o mar.

2. Posso colocar o bebê sentado diretamente na areia?

A areia não é muito agradável para o bebê e os grãos grudam facilmente em sua pele. A criança gosta do que é confortável para ela e, quando muito pequena, a areia definitivamente não é. Além disso, se muito novo, existe o risco de pegar alguma infecção. Portanto, é preferível que os pais o protejam com uma toalha, esteira ou canga. Quando já senta sozinho e explora, à sua maneira, o ambiente, o bebê pode ter um contato maior com a areia.

3. Qual o melhor horário para ir à praia?

A melhor hora é sempre até as 10 horas da manhã e após as 16 horas da tarde. Nas cidades em que vigora o horário de verão, a atenção deve ser redobrada e o limite passa a ser até as 9 horas da manhã e após as 17 horas da tarde.

4. Posso passar protetor solar?

O sol da manhã e do final da tarde não necessita do uso de filtro solar. É preciso apenas que o bebê seja protegido com um chapéu e uma sombrinha. As crianças até 1 ano de idade não devem tomar sol fora desses horários, no entanto, em casos muito excepcionais, em que não há como evitar a exposição, os pais podem passar protetor solar de fator 20 a 30, no bebê com mais de 6 meses. Já a criança de 1 ano de idade em diante deve fazer uso do protetor solar sempre que se expuser ao sol.

5. O bebê pode ter alergia de sol?

É muito raro o bebê desenvolver esse tipo de alergia. O que costuma acontecer – e os pais associam ao sol – é o aparecimento de bolinhas vermelhas pelo corpo da criança. Isso ocorre devido ao suor.

Para resolver o problema, a mãe pode adicionar uma colher de maisena em 1 litro de água fervida. Quando a mistura estiver morna, use-a para enxaguar o bebê. Isso refresca e faz desaparecer as bolinhas.

6. Preciso agasalhá-lo mesmo nos dias quentes?

Não. Essa é uma crença muito comum e equivocada. A criança sente frio e calor da mesma forma que nós. Dessa maneira, nos dias quentes, é recomendável que o bebê use roupas frescas e confortáveis. Também não há problema algum em deixá-lo apenas de fralda durante o dia. Isso evita, inclusive, o aparecimento de bolinhas vermelhas. A criança só deve ser agasalhada no verão se os pés e as mãos estiverem frios.

7. No verão, tudo bem se eu der mais de um banho no bebê?

Sim. Você pode fazer isso quantas vezes quiser, embora não haja a necessidade. Mesmo durante o verão, um banho diário é suficiente. Porém, se o bebê estiver suado ou muito molhado e os pais quiserem refrescá-lo, não há problema algum.

O que vale ressaltar é que, assim como não é recomendável dar banho muito quente no inverno, também não se deve colocar a criança em contato com água gelada no verão. Ela tem de estar sempre morna. Para verificar se a temperatura está ideal, uma dica é encostar o dorso da mão na água. Se estiver confortável, sinal verde para o banho.

8. Posso dar água de côco?

Crianças acima de 1 ano podem beber água de coco com os cuidados higiênicos habituais. Por ser uma bebida calórica, rica em sais minerais, os médicos sugerem moderação.

9. E picolé, pode?

Só ofereça picolé para o seu filho se for de um fabricante conhecido. Esse cuidado garante um produto seguro, com processo de manuseio higiênico. No entanto, evite oferecer sorvetes para crianças menores de 1 ano. Isso porque eles são ricos em gordura, açúcares e alguns corantes. O ideal é optar pelos de fruta e no máximo um por dia.

10. Posso dar comida vendida na praia para ele?

O principio de higiene deve prevalecer sempre. O milho cozido, por exemplo, pode ser oferecido desde que se restrinja o sal e não se coloque a manteiga. Agora, camarão, jamais. Frutos do mar apresentam dois problemas: causam com frequência alergias e problemas de intoxicação. Aliás, o consumo de frutos do mar não é indicado para menores de 3 anos. O ideal, quando for à praia, é levar frutas frescas para os bebês maiores de 6 meses e oferecer água mineral regularmente (após e entre as refeições).

Quando o bebe apresentar febre poderá ser usado o gel na testa NETSU SAMA SHI-TO, depois de brincar bastante, ou ficar exposto ao sol.

Tem 16 unidades e dura 8 horas

 

Fonte: Baby Center,   Bebe.com.br , Uol.com.br , Bebe2000.com.br

Fontes: Lucilia Santana Faria, pediatra e coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, e Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, coordenador clínico e professor do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente do departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo.  www.bebe.com.br

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